
Em breve lá
Há poucos dias da viagem para conhecer o país vizinho, torço pra que as coisas aconteçam sem surpresas desagradáveis.
Me preocupo se não haverão atrasos, imprevistos, falta de grana ou qualquer outro acontecimento não previsto.

Há poucos dias da viagem para conhecer o país vizinho, torço pra que as coisas aconteçam sem surpresas desagradáveis.
Me preocupo se não haverão atrasos, imprevistos, falta de grana ou qualquer outro acontecimento não previsto.

Foi por volta de meados de 2023 que finalmente decidi ir adiante com velhos planos de mudança física do Brasil. Que, diga-se de passagem, já era um devaneio antigo, mas que nunca levei muito a sério devido as dificuldades burocráticas e custos para mudar e se adaptar a outra cultura, costumes e mercado.
Inclusive um meio termo sonhado, que seria até mais agradável, era o de mudar para o sul do país, onde o clima frio me atrai bem mais, sem falar na cultura e qualidade de vida de algumas cidades do interior dessa região, principalmente Santa Catarina.

Uma coisa que vem me incomodando bastante de tempos em tempos é essa moda imposta pelas grande empresas, em especial as de tecnologia e serviços 'gringas' de fatiarem pouco a pouco nossa privacidade e liberdade de escolha.
Os famosos 'termos de serviço' que quase ninguém lê costumam mudar e tempos em tempos, quase sempre de maneira sorrateira e ardilosa, incorporando condições e restrições não presentes naquele momento quando nos cadastramos ou assinamos tal serviço.

Tudo começou com as tortas decisões do atual [des]governo nomeado — sim, porque não tem quem me convença que Lula foi eleito por pouco mais da metade da população, ele foi nomeado por Alexandre de Moraes e suas "calculadoras divinas" — com as impopulares medidas e discursos. Mas a coisa piorou, e muito, depois da compra de votos (a.k.a. emendas de relator ou orçamento secreto) para aprovação de leis que taxam ainda mais a já pobre e explorada população brasileira.

Tem algum tempo que roda um borburinho na internet (principalmente no twitter) sobre uma tal rede social incensurável chamada NOSTR (N.odes and O.ther S.tuff T.ransmitted by R.elays).
Que nada mais é do que um protocolo de comunicação baseado no antigo IRC, com criptografia de ponta à ponta e vários relays conectados, que seria a força vital da incensurabilidade da rede.
Até quando me entendo de gente sempre fui meio aveso às coisas quando há um grande borburinho, quando se fala muito sobre isso ou há muito anúncio de algo (vide séries de zumbis).
Se aproximando a passagem ritualesca de clico órbital da terra, os nervos andam à flor da pele. Promessas de aumento de impostos do novo Capo, perseguição de vozes contrárias, prisões por opinião, sem mencionar o retorno da velho fórmula socialista de apadrinhamento e cabide de emprego.
É isso aí. A máquina vai inchar e fagocitar os indivíduos!

Com o triste, porém real resultado do segundo turno das eleições presidenciais, muitos resolveram buscar outros caminhos para salvaguardar sua vida e a dos seus. Um destes caminhos seria imigrar para um país mais convidativo.
O perfil RosbifesTalk do Twitter fez recentemente uma thread com os melhores lugares para se conseguir uma mudança visando a carreira profissional.
Aqui resolvi reunir e formatar a thread para facilitar a leitura.

A postagem a seguir foi retirada do site da Revista Oeste.
Digamos que um cidadão qualquer, num dia em que tem um tempinho livre, pega o termômetro, enche uma chaleira com água e põe no fogo. O fogo vai esquentando, esquentando, até que, a uma certa altura, a água ferve. Ele coloca então o termômetro dentro — e vê que está marcando 100 graus...